Setor em Minas preserva uma área equivalente ao Parque Nacional da Serra da Canastra

RPPN Porto Cajueiro da Usina Coruripe

 

No Dia da Árvore (21), a preocupação é grande em relação aos grandes incêndios que têm queimado as florestas em várias regiões do país. Porém, o setor sucroenergético em Minas Gerais confirma a importância da preservação da vegetação com várias açoes realizadas ao longo dos anos.

Somam mais de  3,2 milhões de árvores plantadas para reflorestamento, recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) e formação de corredores ecológicos, nos últimos 10 anos. Se somada essa recomposição florestal aos cerca de 170 mil hectares protegidos como reserva legal (correspondente a 20% da área de cana) mais 27 mil hectares de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), o setor preserva, em Minas Gerais, em torno de 200 mil hectares no total. 

Isto equivale à área do Parque Nacional da Serra da Canastra, estabelecida no Decreto nº 70.355 de 3 de abril de 1972, ou à soma das áreas ocupadas pelos municípios de Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, Betim, Santa Luzia, Ribeirão das Neves, Pedro Leopoldo e Confins. 

“As iniicativas são mais que relevantes e demonstram a grande proteção e preservação da vegetação promovida pelo setor no estado de Minas Gerais”, destaca o presidente a SIAMIG, Mário Campos. 

 

 RPPN da Biosev

 

Fonte: Gerência de Comunicação SIAMIG – 21/09

 

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