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31 de Dezembro de 1969

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A quarta-feira (13) foi de indefinição nos mercados futuros do açúcar. Nova York (açúcar bruto) fechou em baixa em todos os lotes, após as cotações terem atingido a máxima em quase cinco meses no começo do pregão, quando os contratos estavam impulsionados por preços de energia mais fortes e um início de moagem lento no Brasil, principal produtor.

O vencimento maio/22 fechou desvalorizado 12 pontos, com negócios firmados em 20,10 centavos de dólar por libra-peso, mesma cotação do lote julho/22, que recuou 8 pontos no comparativo com a véspera. Já as demais telas fecharam desvalorizadas entre 7 e 19 pontos.

Segundo a Reuters, a moagem de cana-de-açúcar do Centro-Sul do Brasil totalizou 1,18 milhão de toneladas na segunda quinzena de março, queda de 76,3% em relação ao ano anterior, à medida que a nova temporada ainda não ganhou ritmo.

Açúcar branco

Em Londres apenas as telas agosto e outubro/23 fecharam no vermelho, os demais vencimentos se valorizaram. O lote maio/22 foi contratado a US$ 576,20 a tonelada, valorização de 12,80 dólares no comparativo com os preços da véspera. Já a tela agosto/22 subiu 6,70 dólares, negociada a US$ 555,50 a tonelada. Os demais vencimentos subiram entre 80 cents e 5,70 dólares.

Mercado doméstico

No mercado interno a quarta-feira também foi de baixa nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada ontem a R$ 141,49, contra R$ 142,26 da véspera, recuo de 0,54% no comparativo.

Etanol hidratado

O etanol hidratado se manteve em alta pelo Indicador Diário Paulínia nesta quarta-feira. O biocombustível foi negociado ontem a R$ 3.994,50 o m³, contra R$ 3.917,00 o m³ de terça-feira, valorização de 1,98% no comparativo.

Fonte: Agência UDOP de Notícias – 14/04/2022

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